E hoje, por pura coincidência, chego ao texto (ou post) número 100 neste blogue. Há exactamente um ano e cinco meses (o que equivale a uma porrada de dias cujo cálculo acho irrelevante) premi pela primeira vez o botão "publicar" e dei vida a este quarto sem renda no espaço cibernético.
100, 10x10, uma centena, primeiro número de três dígitos, cem. Basicamente é isto. Não vejo grande coisa a dizer sobre este número. O meu número favorito é o 25, está bem longe do 100, apesar de ser um quarto de cem. 100 é também o número de metros que eu corria quando fazia atletismo. Outro facto completamente desinteressante visto nunca ter chegado a campeão mundial. Aliás, hoje em dia, se fosse fazer uma corrida com o Usain Bolt, dava para ele terminar a corrida, beber um café, ir dar uma entrevista para a Sky Sports e depois eu cortava a meta. Não que eu esteja balofo, até perdi gordura e ganhei músculo nos últimos tempos (ginásio e treinos de futebol), mas, mesmo quando estava em forma, era capaz de levar uma enorme tareia do Bolt, quanto mais agora...
Fiz uma pesquisa rápida no Google só com o número 100 e apareceu uma "comunidade 100% cool" a quem, involuntariamente, vou fazer publicidade porque me aconselharam a fazer um teste de alcoolemia. É verdade. Eu aqui a ponderar ficar feliz por estar a escrever pela centésima vez neste espaço e mandam-me ter atenção à bebida antes de conduzir. Enfim, vou beber mais um copo de vinho porque já lá vão cem, porra!
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Quero um Mini!
Quem nunca teve um carro de sonho que atire a primeira pedra! <piada machista> Mulheres, substituam carro de sonho por mansão, vestido ou mala e voltem a pousar as pedras.<piada machista/>
Quando eu era um gaiato, ali com 10 anitos e sem pêlos na cara, queria ter um Subaru Impreza! Via nos videojogos e adorava o carro, o roncar do motor, as estrelas douradas a saltar da pintura azul. Quem gosta de videojogos sabe do que estou a falar, os Subaru Impreza eram todos assim. Fosse em jogos de rally ou corridas de carros, era azul e tinha estrelas douradas de lado. E eu adorava aquele carro. Sempre que passava um Subaru na rua eu ouvia o roncar do motor e sabia logo que era um. Também não havia muitos na minha terra, talvez um ou dois, mas eu conhecia o carro ao longe. E ao perto também, mas isso é menos espantoso.
Depois cresci, tirei a carta de condução e conduzo um Opel Corsa em segunda ou terceira mão. É o karma. Mas também já não quero um carro de rally avaliado em cerca de 50 mil euros e com consumos abusivos de combustível. Agora quero algo diferente.
Portanto, isto tudo para dizer que quero um Mini! Cooper! Igual aos do filme "The Italian Job"! De 2003, não o outro de 1969! Até pode já vir com as alterações feitas pelo outro rapaz porreiro que na realidade é um criminoso mas como é um dos personagens principais de um filme nós dizemos que é um rapaz porreiro e todos nós éramos capazes de ir a tribunal testemunhar a favor do moço se tal fosse possível!
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Parabéns João!
Até sentado no sofá o melhor tenista português de todos os tempos faz história! Entrada no top 50 era o primeiro objectivo, a seguir que venha o top 40 e o top 30, que é o seu maior objectivo. Parabéns João Sousa, jogo a jogo estás a colocar Portugal no mapa do ténis mundial.
E uma palavrinha ao regresso do Nadal à liderança do ranking. Sendo o único espanhol pelo qual nutro alguma admiração, fico feliz por vê-lo ultrapassar o Djoko. Nada contra o sérvio, até porque ele diz que é benfiquista e já venceu um Estoril Open. Contudo, ver um miúdo de 18 anos limpar toda a gente em Roland Garros não deixa um jovem indiferente. Posso até mesmo culpá-lo por gostar tanto de ténis.
E uma palavrinha ao regresso do Nadal à liderança do ranking. Sendo o único espanhol pelo qual nutro alguma admiração, fico feliz por vê-lo ultrapassar o Djoko. Nada contra o sérvio, até porque ele diz que é benfiquista e já venceu um Estoril Open. Contudo, ver um miúdo de 18 anos limpar toda a gente em Roland Garros não deixa um jovem indiferente. Posso até mesmo culpá-lo por gostar tanto de ténis.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Crianças já sentem a crise
A crise está aí! Todo o mundo está a sentir! O desemprego está a crescer! Por favor, alguém faça alguma coisa!
Segundo a RTP, que por sua vez se fez valer de uns dados da Organização Internacional do Trabalho, o trabalho infantil está a diminuir. É verdade, a crise está tão forte que até as crianças já a sentem. Há quem diga que pode ter a ver com a acção de várias entidades globais mas a mim não me enganam - é a crise!
Como eu sou preguiçoso, alguém que faça alguma coisa! Para nós, ocidentais, termos uma vida decente é preciso que as crianças continuem a fabricar roupa de marca de sol a sol e peças para os nossos smartphones. Eu digo não aos despedimentos na Tailândia e no Bangladesh! Alguém que faça alguma coisa!
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Dá para deixar de ser deste Benfica?
Não vivi na década de 1960, não vi o Benfica ser bicampeão europeu, não vi Eusébio de encarnado, nem tão pouco Chalana ou Rui Águas. Falaram-me deles e senti orgulho, porque um dia, ainda petiz, quando toda a gente me tentava iludir a escolher um clube, eu disse: Benfica! Decisão complicada mas da qual nunca me quero arrepender porque tal é impossível. É mais forte do que eu.
É certo que também tive os meus momentos de fraqueza. Aos oito ou nove anos de idade, em pleno penta de Jardel e companhia, atirei ao chão um equipamento do SLB que a minha madrinha me ofereceu. Quis mudar para o FC Porto. O meu pai, benfiquista, deixou-me acreditar que isso era possível, durou menos de uma semana. Não conseguia dizer que era portista e acreditar nas minhas palavras. Eles ganhavam mais que nós, ainda ganham, mas o meu coração não batia por eles. A minha mãe teve o bom senso de não ligar à minha birra e ainda hoje guardo o equipamento.
É certo que já injuriei meio mundo encarnado. Pudera, odeio perder, odeio perder para um rival, odeio ser afastado de uma competição. Insulto a televisão, insulto os jogadores, os treinadores e os presidentes mas nunca insulto o Benfica. Não vivi nos seus maiores anos de glória mas cresci a ver as tiradas do velhote Preud'homme, a garra de João Pinto, as fintas de Poborsky ou as movimentações perfeitas de Nuno Gomes. Resisti ao 6.º lugar, num ano em que dispensamos dois dos melhores treinadores do mundo, resisti aos 11 anos sem títulos, e quero continuar a resistir.
Mas este ano sinto algo diferente. Depois do final da última época, sinto que era o tempo ideal para a mudança. A equipa não tem um líder, não tem garra ou ambição, não existe união, não existe amor à camisola. No seu conjunto não existe conjunto. Acho que isto resume o Benfica de hoje. É preciso alguma coisa, talvez muitas coisas. Faltam dez dias até fecho do mercado, até fechar o plantel, e o que temos agora, passadas sete semanas desde o início da pré-época, é um rascunho várias vezes riscado da equipa que no ano passado tudo perdeu. Admito que tem algum perfume novo dos balcãs mas isso não chega para ser o Maior de Portugal.
Faltam dez dias. E muita coisa pode acontecer. Mas só um milagre me vai fazer mudar de ideias. No FM 2014, vou treinar no Campeonato Nacional de Seniores com o clube da minha terra!
É certo que também tive os meus momentos de fraqueza. Aos oito ou nove anos de idade, em pleno penta de Jardel e companhia, atirei ao chão um equipamento do SLB que a minha madrinha me ofereceu. Quis mudar para o FC Porto. O meu pai, benfiquista, deixou-me acreditar que isso era possível, durou menos de uma semana. Não conseguia dizer que era portista e acreditar nas minhas palavras. Eles ganhavam mais que nós, ainda ganham, mas o meu coração não batia por eles. A minha mãe teve o bom senso de não ligar à minha birra e ainda hoje guardo o equipamento.
É certo que já injuriei meio mundo encarnado. Pudera, odeio perder, odeio perder para um rival, odeio ser afastado de uma competição. Insulto a televisão, insulto os jogadores, os treinadores e os presidentes mas nunca insulto o Benfica. Não vivi nos seus maiores anos de glória mas cresci a ver as tiradas do velhote Preud'homme, a garra de João Pinto, as fintas de Poborsky ou as movimentações perfeitas de Nuno Gomes. Resisti ao 6.º lugar, num ano em que dispensamos dois dos melhores treinadores do mundo, resisti aos 11 anos sem títulos, e quero continuar a resistir.
Mas este ano sinto algo diferente. Depois do final da última época, sinto que era o tempo ideal para a mudança. A equipa não tem um líder, não tem garra ou ambição, não existe união, não existe amor à camisola. No seu conjunto não existe conjunto. Acho que isto resume o Benfica de hoje. É preciso alguma coisa, talvez muitas coisas. Faltam dez dias até fecho do mercado, até fechar o plantel, e o que temos agora, passadas sete semanas desde o início da pré-época, é um rascunho várias vezes riscado da equipa que no ano passado tudo perdeu. Admito que tem algum perfume novo dos balcãs mas isso não chega para ser o Maior de Portugal.
Faltam dez dias. E muita coisa pode acontecer. Mas só um milagre me vai fazer mudar de ideias. No FM 2014, vou treinar no Campeonato Nacional de Seniores com o clube da minha terra!
terça-feira, 30 de julho de 2013
Era fixe se Portugal tivesse jornais desportivos
É comum ver os portugueses a falar mal do seu país, possivelmente também acontece lá fora, mas aqui chateia mais o português patriótico. Eu sou gémeos logo, sofro de uma espécie de bipolarismo estrelar (as amigas da Maya dizem que os gémeos têm dupla personalidade e eu aproveito-me disso para explicar as minhas rápidas mudanças de humor e de ideias). E hoje sou patriótico e encho o peito!
Uma crítica pode ser positiva ou negativa mas nunca deixa de ser uma crítica. Há quem lide mal com críticas, como eu quando os astros se alinham a sul, ou a norte, não tenho a certeza, quando estou de mau humor, vá. E hoje atiro-me aos jornais de futebol do nosso país. Depois de um português a vencer duas etapas do Tour, um português a vencer uma das maratonas mais duras do mundo, uma dupla portuguesa a vencer o Europeu Universitário de voleibol de praia, e muitos mais, continuamos a ser um país de futebol. Temos um futebol de bom nível mas temos, acima de tudo, um desporto de bom nível. E em Portugal a palavra desporto é um sinónimo de futebol. Tão estúpido que chegamos a esquecer que futebol é uma modalidade desportiva, tal como o andebol, o atletismo, o ciclismo ou o bate pé! Bem, se calhar estou a exagerar na parte do bate pé, mas vocês perceberam. Os nossos três jornais diários desportivos (já alguém reparou que somos, possivelmente, o país com mais jornais desportivos diários por habitante?) são jornais de futebol, uma vergonha. Só novelas, só mentiras, só trocas de "boquinhas" de meninos mimados. O defesa esquerdo do Sporting solta gases na sua apresentação e todo o país fala sobre isso, o Carlos Sá vence uma prova mundial e meia dúzia de pessoas apercebe-se disso. O futebol até pode continuar a vender mais que as outras modalidades mas a paciência para as novelas de verão, para as falsas contratações e para os amuos dos próximos Figos começa a esgotar-se. O público quer sentir orgulho no seu país, quer folhear um jornal e ler notícias a sério, entrevistas a alguém de interesse. Já ninguém quer ler que o Cardozo voltou a sair para o Fenerbahçe quando nas últimas duas semanas ele já foi confirmado umas sete vezes e sempre por valores diferentes. Toda a gente já sabe que ele vai sair, ninguém quer ler a mesma notícia durante tanto tempo e sem nada de interesse pelo meio.
Por isso, deixo aqui uma ideia maluca para os jornais de futebol deste país... Mais páginas sobre desporto e menos sobre futebol, pode ser? Vamos tentar seguir estes exemplos de boas capas de jornais! Permitam-me a arrogância mas acredito que uma capa com o Rui Costa possa vender tanto ou mais que uma capa com o Cardozo.
Uma crítica pode ser positiva ou negativa mas nunca deixa de ser uma crítica. Há quem lide mal com críticas, como eu quando os astros se alinham a sul, ou a norte, não tenho a certeza, quando estou de mau humor, vá. E hoje atiro-me aos jornais de futebol do nosso país. Depois de um português a vencer duas etapas do Tour, um português a vencer uma das maratonas mais duras do mundo, uma dupla portuguesa a vencer o Europeu Universitário de voleibol de praia, e muitos mais, continuamos a ser um país de futebol. Temos um futebol de bom nível mas temos, acima de tudo, um desporto de bom nível. E em Portugal a palavra desporto é um sinónimo de futebol. Tão estúpido que chegamos a esquecer que futebol é uma modalidade desportiva, tal como o andebol, o atletismo, o ciclismo ou o bate pé! Bem, se calhar estou a exagerar na parte do bate pé, mas vocês perceberam. Os nossos três jornais diários desportivos (já alguém reparou que somos, possivelmente, o país com mais jornais desportivos diários por habitante?) são jornais de futebol, uma vergonha. Só novelas, só mentiras, só trocas de "boquinhas" de meninos mimados. O defesa esquerdo do Sporting solta gases na sua apresentação e todo o país fala sobre isso, o Carlos Sá vence uma prova mundial e meia dúzia de pessoas apercebe-se disso. O futebol até pode continuar a vender mais que as outras modalidades mas a paciência para as novelas de verão, para as falsas contratações e para os amuos dos próximos Figos começa a esgotar-se. O público quer sentir orgulho no seu país, quer folhear um jornal e ler notícias a sério, entrevistas a alguém de interesse. Já ninguém quer ler que o Cardozo voltou a sair para o Fenerbahçe quando nas últimas duas semanas ele já foi confirmado umas sete vezes e sempre por valores diferentes. Toda a gente já sabe que ele vai sair, ninguém quer ler a mesma notícia durante tanto tempo e sem nada de interesse pelo meio.
Por isso, deixo aqui uma ideia maluca para os jornais de futebol deste país... Mais páginas sobre desporto e menos sobre futebol, pode ser? Vamos tentar seguir estes exemplos de boas capas de jornais! Permitam-me a arrogância mas acredito que uma capa com o Rui Costa possa vender tanto ou mais que uma capa com o Cardozo.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Pensamento idiota do dia
No meu local de trabalho co-habitam, durante o horário laboral, 10 pessoas, entre as quais eu próprio.
Ontem tinha um penteado que parecia um Beatle, comprido e até tinha umas patilhas enormes. Hoje apareci aqui com cabelo curtinho, todo acertadinho e a cheirar a Verão.
Ninguém reparou. E eu importei-me com isso. Não por sentir que joguei nove euros janela fora mas, simplesmente, por ninguém ter dito nada. Será que isto é um sentimento muito fêmea? Acho que pode ser apenas por eu gostar de ser notado e de odiar que me ignorem. Já me estragaram o dia e nem precisaram de fazer nada...
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Como ser odiado, capítulo I
Ver televisão portuguesa numa noite de fim-de-semana tem este perigo (atenção, conteúdo susceptível de causar perturbações em pessoas intelectualmente desenvolvidas) - ver programas portugueses. Amigos, ou seguidores, nada tenho contra programas ou portugueses, mas programas portugueses costumam assustar-me. Mas só aqueles que envolvem pessoas com QI inferior a um peixe-espada. Ou uma garoupa, se calhar é mais garoupa.
No sábado, dei por mim a saltitar entre canais, ou zapping em inglês, e deparei-me com o novo sucesso do terceiro canal: Olé!
E aprendi uma nova forma de ser odiado, que vou partilhar convosco para o caso de quererem ser odiados. Às vezes faz-me sentir especial saber que alguém pode estar neste determinado momento a pregar alfinetes num boneco com a minha fotografia. Talvez isso explique umas pontadas nas costas que costumo sentir com alguma frequência.
Ora, vamos a factos. Gosto de touradas, sinto uma admiração especial pela Lili Caneças e fiquei com a sensação que a apresentação de Bárbara Guimarães e José Figueiras foi a pior que já vi em televisão, ou melhor se estivermos a fazer um jogo de bebida cujo objectivo seja beber sempre que eles se enganam. Neste momento, posso garantir que 90% do público já pensou em vários nomes para me ofender. Confessa lá, quando leste Lili Caneças quiseste chamar-me "Ghandi"!
Peço, humildemente, que não me tomem por parvo, quando era mais novo era espectador assíduo do Big Show Sic e dos programas da Teresa Guilherme. Mesmo assim, este serão de sábado foi especial graças a essa combinação: toiros, Lili Caneças e Guimarães-Figueiras. Obrigado terceiro canal por me fazeres sentir "normal"!
No sábado, dei por mim a saltitar entre canais, ou zapping em inglês, e deparei-me com o novo sucesso do terceiro canal: Olé!
E aprendi uma nova forma de ser odiado, que vou partilhar convosco para o caso de quererem ser odiados. Às vezes faz-me sentir especial saber que alguém pode estar neste determinado momento a pregar alfinetes num boneco com a minha fotografia. Talvez isso explique umas pontadas nas costas que costumo sentir com alguma frequência.
Ora, vamos a factos. Gosto de touradas, sinto uma admiração especial pela Lili Caneças e fiquei com a sensação que a apresentação de Bárbara Guimarães e José Figueiras foi a pior que já vi em televisão, ou melhor se estivermos a fazer um jogo de bebida cujo objectivo seja beber sempre que eles se enganam. Neste momento, posso garantir que 90% do público já pensou em vários nomes para me ofender. Confessa lá, quando leste Lili Caneças quiseste chamar-me "Ghandi"!
Peço, humildemente, que não me tomem por parvo, quando era mais novo era espectador assíduo do Big Show Sic e dos programas da Teresa Guilherme. Mesmo assim, este serão de sábado foi especial graças a essa combinação: toiros, Lili Caneças e Guimarães-Figueiras. Obrigado terceiro canal por me fazeres sentir "normal"!
terça-feira, 18 de junho de 2013
Please, mind the gap!
Please, mind the gap!
O que fica da primeira viagem a terras de Sua Majestade: torneiras com água muito quente, urinóis baixos (até para um português de estatura média) e raparigas com sobrancelhas exageradamente cuidadas. Please, mind the gap! Se há coisa que preocupa as inglesas parece ser os pêlos na testa! Um pobre pêlo fora do sítio e muita garota é capaz de se jogar de um sétimo andar sem pestanejar! Please, mind the gap!
Fica no ouvido...
O que fica da primeira viagem a terras de Sua Majestade: torneiras com água muito quente, urinóis baixos (até para um português de estatura média) e raparigas com sobrancelhas exageradamente cuidadas. Please, mind the gap! Se há coisa que preocupa as inglesas parece ser os pêlos na testa! Um pobre pêlo fora do sítio e muita garota é capaz de se jogar de um sétimo andar sem pestanejar! Please, mind the gap!
Fica no ouvido...
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Mercearia não portuguesa
A mercearia/frutaria aqui da rua (não acho que seja suficientemente grande para fornecer o bairro todo contudo, se a vizinhança menos próxima aqui passar também será atendida) é gerida por uma família de asiáticos.
Facto interessante: a maioria dos produtos lá vendidos é de marca portuguesa. Os portugueses preferem vender produtos importados e de pior qualidade.
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